Panapaná

“E ela não passava de uma mulher… inconstante e borboleta” Clarice Lispector

Panapaná é coletivo de borboletas, ou a migração delas em certas épocas, quando formam maravilhosas nuvens.

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“As borboletas são os pássaros da alma”. As metamorfoses, transformações e revoluções pessoais.

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A mulher que carrega a vida em seu ventre passa por um período de intensa metamorfose. Como se adentrasse a uma crisálida e lá permanecesse até a sua perfeita maturação, deixando o casulo no perfeito binômio mãe-bebê. E esse é o nosso Panapaná, que cresce com cada mulher que gesta e cada bebê que nasce.

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Somos um trio de duas parteiras /obstetrizes com uma médica de família e comunidade, apaixonadas pelo universo e ciclos do feminino, em especial a gestação – o antes, o durante e o depois.

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Convictas de que o protagonismo ativo no autocuidado e a reconexão com a natureza do próprio corpo são fundamentais, seguimos em busca de conhecimentos e práticas que reforcem o conceito de saúde como a máxima autonomia do ser. A assistência à gestação, a partos domiciliares, ao pós-parto, à amamentação e à puericultura (crianças de 0 a 2 anos) é o foco principal do grupo Panapaná. Ainda promovemos acolhimentos e atendimentos individuais e coletivos de saúde para a população geral, mas principalmente para mulheres e população trans, sobre saúde e direitos sexuais e reprodutivos (planejamento familiar, de gestação e parto, violência obstétrica, violencia sexual, questões de gênero e sexualidade), em domicílio e na nossa sede, local em que também realizamos rodas, debates e oficinas e onde temos o apoio de muitas outras mulheres e profissionais de saúde.

E somos um Panapaná de Lua!

De Lua para suavizar a gravidade. De Lua para respeitar as fases, os momentos e as pulsações individuais. E de Lua por não estarmos sós! Nossa sede é a Casa de Lua, que foi gestada no ventre, no peito e nas mãos de 50 mulheres. Um espaço de política, de trabalho, de ritmos e de descobertas do feminino.perfil casa de lua

Nosso propósito, ainda (e sempre) em construção:

“Despertar o feminino no mundo, valorizar as práticas de cuidado cotidianas e criar condições para as mulheres serem protagonistas no trabalho, nas artes e na política, descobrindo e respeitando nossos ritmos e ciclos.”

 

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