A medicina de família e comunidade

 

“Não é “o clínico de antigamente”: é atual e atualizado.
Não sabe tudo: sabe um bocado, e quando não sabe, pede ajuda.
Não é “a médica do postinho”: trabalha em UBS, CMS, ESF, PAD, plano de saúde, consultório na rua, consultório privado, distrito indígena, secretaria de saúde, ministério…
Não é “médico cubano”: é brasileiro, cubano, uruguaio, espanhol, canadense, húngaro, chinês, australiano…
Não é “a médica boazinha”: medicina centrada na pessoa se faz com muito mais do que abraço.
Não é “a médica que não se decidiu”: integra diversas áreas de conhecimento da medicina e de outras áreas do saber.
Não é “médico e psicólogo”: é médico, sabe muito de saúde mental, mas psicologia é uma profissão com formação própria.
Não é “médica de pobre” – é de pobre, de rico, de remediado, de quem paga consulta, de quem paga só imposto, ou nem isso.
Não é “o médico da prevenção”: é da prevenção e do tratamento, e contra o excesso de prevenção.

Medicina de Família e Comunidade.
Especialistas em gente.
Médica/o pra vida toda.”

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